
P.S.: Está confirmado, "O Sabor Da Palavra" vai continuar a crescer em 2008 :)
"O Sabor da Palavra" cresceu. E descobriu que o Sol é a marca da sua essência. Mas nenhuma essência se revela na totalidade, revelando o pedaço de um todo forte e consistente. Um raio de sol para todos! Este é o meu Ponto de Luz!
PONTES ENTRE NÓS
(Pedro Abrunhosa)
Eu tenho o tempo,
Tu tens o chão,
Tens as palavras
Entre a luz e a escuridão.
Eu tenho a noite,
E tu tens a dor,
Tens o silêncio
Que por dentro sei de cor.
E eu, e tu,
Perdidos e sós,
Amantes distantes,
Que nunca caiam as pontes entre nós.
Eu tenho o medo,
Tu tens a paz,
Tens a loucura que a manhã ainda te traz.
Eu tenho a terra,
Tu tens as mãos,
Tens o desejo que bata em nós um coração.
E eu, e tu,
Perdidos e sós,
Amantes distantes,
Que nunca caiam as pontes entre nós.
Mais uma daquelas músicas lindíssimas seja qual for o tempo ou o chão, porque tanto na luz como na escuridão, o silêncio torna-se em paz e persiste o desejo que bata sempre em nós um coração.
Mais do que nunca caiam pontes entre nós e a genialidade de Pedro Abrunhosa, esta música aproxima pessoas, desvaloriza a distância e espelha o amor invisível que nos aquece em noites frias de Inverno, fazendo-nos acreditar que nunca estivemos perdidos e sós.
Enfim, daquelas músicas que apetece ouvir bem agarradinhos, com as estrelas a brilhar e o nosso olhar sobre o mar...Hummmm...Que nunca caiam as pontes entre nós...
Pólo Norte - Um Caso Raro
Diz-me.
para onde vais
Levas a noite contigo..
Nessa porta em que sais.
Diz-me para onde vais
Deixas-te me meio perdidoentre paredes a mais.
Não.. tenho culpa de ser
Um caso raro
de alguem que nao quer
amar e perder
o pouco que tem
Diz-me..diz-me porque
se a noite é o nosso mundo
porque que o mundo acabou
será....será que não vez
que é tudo aquilo que tenho
é tudo aquilo que dou
Não.. tenho culpa de ser
Um caso raro
de alguem que nao quer
amar e perder
o pouco que tem...
ahhhhh...ahhhhh...ahhhhh...
Um Caso raro
ahhhhh...ahhhhh...ahhhhh...
Um Caso raro
ohoo...ohoo...ohoo...ohoo...ohoo...
ohoo...ohoo...ohoo...ohoo...ohoo...
Não.. tenho culpa de ser
Um caso raro
de alguem que nao quer
amar e perder
o pouco que tem..
já nem sei, eu já nem seiiiii..
ahhhhh...ahhhhh...ahhhhh...
Um Caso raroahhhhh...
ahhhhh...ahhhhh
Um Caso raroohooooooo..
ohooo.um caso raro
ohoooo..ohoooo..ohoooo..
um caso raro
Esta música foi editada no Álbum “Deixa o Mundo Girar”, em 2005, mas bem podia ter sido escrita para mim no último fim-de-semana, quando fazia as mesmas questões.
Uma música intemporal que representa as dificuldades de ser “Um Caso Raro”, o custo elevado da diferença e a menor compreensão do “Ser Especial”.
Dedico este vídeo a todas as pessoas especiais da minha vida que alguma vez sentiram o peso da palavra “Especial”, mostrando-lhes que “Ser Especial” não é uma carga negativa, é uma virtude para amar e ser compreendida, mesmo que por vezes a noite seja mais forte que o dia...Sejam vocês próprios:)
Para quem critica a 2ª linha do Sporting, refira-se também que bastam dois jogadores fundamentais da equipa portista estarem impedidos de jogar que a equipa ressente-se por falta de alternativas. Nem Fucile, nem Chech substituem o incansável Bosingwa, nem Leandro Lima é ainda reforço portista, ao ponto de fazer esquecer “El Comandante” Lucho González. Estas são apenas duas razões para os primeiros pontos perdidos da equipa portista, indo de encontro à tese que defendi há umas semanas atrás que o F.C. Porto começaria a ressentir-se quando fossem chamadas as segundas alternativas por lesão ou cansaço dos jogadores, após uma falta de rotatividade dos seus elementos. E podia ter sido pior se o golo do Porto fosse correctamente invalidado. De realçar também a atitude da equipa de Belém e a estratégia montada por Jorge Jesus que já deu mais que provas de que a organização é a base do sucesso, sendo um treinador a cheirar um “grande” a curto-médio prazos.
O Benfica soube sofrer e, num jogo em que esteve prestes a sofrer a segunda derrota consecutiva esta época, acabou por sair vitorioso fruto de um lance de bola parada inexistente. A equipa de Camacho ainda não convence, mas mesmo assim vai amealhando pontos que a mantém na luta à liderança, no entanto mais cedo ou mais tarde a falta de organização e planeamento desta época reproduzirá os seus efeitos perversos e a equipa ressentir-se-á.
No Sporting, com crise ou sem crise, há aspectos bons e menos bons que devem ser destacados e, neste jogo, os aspectos menos bons já começaram a ser rectificados, existindo mais jogo lateral e uma dissipação do losango que exige muito dos seus interiores centrocampistas, podendo-se verificar uma maior fixação de Izmailov na ala direita, de Vukcevic na esquerda, e de Romagnoli a deambular por ambas as alas criando as envolventes triangulações que deliciaram os adeptos no final da época passada, tendo ainda a ajuda de um jogador como Abel que está numa forma impressionante tanto a atacar como defender. Para confirmação desta ideia, Paulo Bento acaba o jogo numa espécie de 4-3-3, em que Miguel Veloso e Moutinho jogaram a par, Romagnoli aproximou-se de Liedson, e Izmailov e Vukcevic abriram nas alas, conduzindo ao crescimento da exibição e resultado final. Continuo a afirmar que a actual equipa leonina é mais forte que a do ano passado, sendo necessária paciência para que os novos jogadores se adaptem a uma nova realidade e provem o valor por que foram contratados, lembrando-nos que Anderson não provou o seu valor no seu primeiro ano como Dragão, tal como Celsinho também não o provará nos primeiros jogos, Derlei e Pedro Silva prometiam mas por lesão não deram sequência às expectativas criadas, Izmailov é um jogador em crescendo e cada vez mais interventivo na manobra leonina, Vukcevic tem um enorme potencial, entre outros que pela sua idade e diferença de cultura ainda não mostraram o seu real valor... No entanto, ainda custa perceber como Farnerud e Paredes ainda continuam a ser chamados quando há alternativas válidas que também merecem oportunidades, como Adrien Silva e Pereirinha, produtos da formação...
Nota final para a Académica que revela já dedo de Domingos no seu futebol, mostrando mais em 4/5 jogos do que Manuel Machado mostrou numa época inteira. Em Coimbra já se respira futebol em toda a sua amplitude, já há jogadas envolventes, os jogadores já sabem o que fazer à bola, necessitando de algumas rectificações na transição defensiva e na concretização, mas senti ontem que está no bom caminho e em breve subirá na classificação geral.
Passou-se uma jornada em que o risco era enorme para os três grandes, Sporting com uma recepção difícil contra o Vitória de Guimarães que não perdia há nove meses, Benfica com a visita ao motivado U. Leiria depois da vitória na Uefa e F.C. Porto com uma saída a Coimbra batendo-se com a Académica de Domingos Paciência, um dos mais promissores treinadores portugueses e que ainda não tinha perdido.
Passados nove meses nasceu... a derrota. Pois é, terminou a campanha sem derrotas dos Vimaranenses num jogo em que o Sporting mereceu vencer apesar do exagero do resultado face ao decorrer do jogo e da resposta dada pelo Vitória. Um jogo marcado pelo péssimo relvado de Alvalade que felizmente estará a ser substituído, pela entrada vigorosa do russo Izmailov (Is My Love, foste mesmo o nosso amor) que mexeu com o jogo na segunda parte aliado a um sistema alternativo audaz colocado no momento exacto, pela ilegalidade do primeiro golo do Sporting precedido de uma falta a meio-campo e pelo fecho de um ciclo de jogos seguidos bem ultrapassado pelos Leões. Um ciclo que começou na Amadora e que terminou no Sábado, tendo como único resultado anormal o empate caseiro com o V. Setúbal, e destaque positivo pela vitória em Kiev e a maior capacidade demonstrada perante a bem organizada equipa vimaranense. Pelo meio, os empates na Luz e a derrota com o Manchester são resultados considerados normais.
O jogo do Benfica foi aquele que estive menos atento dado que estava a caminho do Estádio Cidade de Coimbra para acompanhar a Briosa com os Dragões, mas não é preciso estar muito atento para perceber que Camacho não é a solução do problema por si só, o problema desta época é a falta de organização e planeamento da época, sendo necessário existir tempo e estabilidade para que o trabalho dê frutos, algo pouco habitual nas hostes benfiquistas. Se não fosse uma noite inspirada de Nuno Gomes, que espero que tenha repercussões nos jogos da Selecção Nacional, se não fosse o golo da vitória arrancado a ferros nos minutos finais, poderia aumentar a contestação já existente a Camacho e o “D. Sebastião” ficar com menor espaço de manobra. Camacho é um treinador amado na massa adepta benfiquista, mas talvez estes estejam a perceber a real valia de Camacho, ou seja, na capacidade de motivação que emprega nas suas equipas, no entanto é um treinador que tem as suas falhas no capítulo da leitura de jogo e táctica.
O F. C. Porto venceu sem convencer, numa exibição descolorida em Coimbra perante um adversário que nunca conseguiu mostrar uma réplica forte, nomeadamente na dificuldade que a Académica denotou nas transições ofensivas. Depois de um golo surgido numa altura de equilíbrio do jogo, o F.C. Porto controlou as (poucas) investidas ofensivas da Briosa e nem foi preciso sofrer muito para sair de Coimbra com os três pontos, dada a fragilidade ofensiva dos conimbricenses, natural numa equipa que começa a ser construída de trás para a frente, e pela opção pouco natural de Domingos Paciência na falta de risco imposta na sua equipa durante as substituições. Foi enervante perceber a necessidade de dar maior cariz ofensivo às laterais da defesa, passando-se um jogo todo com um central deslocado para a direita que pouco ou nada atacava e um lateral-direito deslocado para a esquerda com dificuldades no apoio ao ataque, e de um Joeano perdido e com menor rendimento quando joga entre uma boa dupla de centrais quando poderia render mais com a companhia de um ponta de lança fixo mais cedo.
Em suma, um F.C.Porto invencível e com uma campanha impressionante apesar da falta de brilho exibicional, um Sporting em perseguição em que a audácia tem dado os seus resultados, e um Benfica esforçado à procura da sua estrutura de sucesso...
Lembro-me da homília da missa do Domingo passado, em que se transmitiu a necessidade da doação e da partilha, do repúdio aos costumes gananciosos e a aceitação de uma riqueza material justa mas partilhada.
Efectivamente, esta era uma mensagem já transmitida em 1985, numa interpretação sublime e nobre de vários artistas norte-americanos, em que sobressaem a emoção e a riqueza deste gesto, numa sintonia de vozes quase perfeita e por momentos arrepiante.
Passados 22 anos a mensagem é bastante pertinente, quiçá mais actual do que em 1985, lembrando-nos dos actuais conflitos mundiais, da fome em África e das inúmeras dificuldades que diversas famílias, entre as quais muitas portuguesas, sentem ao “esticar” os rendimentos para fugir à fome e desconforto. Incrível como as assimetrias aumentam a cada dia que passa, fruto de um caminho unidireccional da riqueza material, ao mesmo tempo que o esforço e o desgaste da produção é recompensado com uns “trocos”, numa ditadura material que protege os patrões e desfavorece os empregados/desempregados.
Sendo assim, sejam empregados ou patrões, peço-vos para perderem 7 minutos do vosso precioso tempo, criarem um ambiente harmonioso e agradável e prestarem atenção ao vídeo de cima, reflectindo sobre a sua letra e acreditando que está ao alcance de cada um modificar um pouco do seu mundo, partilhando bens materiais mas usufruindo da melhor riqueza que pode existir, a riqueza espiritual.
E tu, já doaste alguma coisa hoje?
P.S.: Qualquer semelhança entre Michael Jackson e José Castelo Branco é pura coincidência...
“Pode dizer-se que quem apenas deseja espera;In “Liderança – As Lições de Mourinho”, de Luís Lourenço e Fernando Ilharco
mas que, quem muito quer, estuda, trabalha, inova e arrisca."
Ricardo Azevedo, ex-vocalista dos EzSpecial, para mim um projecto falhado que nunca ou raramente me agradou, enveredou por uma carreira a solo e com a agradável surpresa de cantar em português no seu primeiro álbum com o título “Prefácio”.
Foi a 1 de Junho deste ano que, em Santa Maria da Feira, Ricardo Azevedo apresentou “Pequeno T2”, “Os meus defeitos” (tema que conta com a participação de Rui Veloso) e o romântico tema “Entre o Sol e a Lua”, entre outros, que destacam a qualidade musical de Ricardo Azevedo e da sua equipa, provando além disso que cantar em português, mesmo sendo difícil de compor, torna a música mais especial e envolvente.
Deliciem-se com a minha sugestão musical porque há músicas que tocam no coração...
Ricardo Azevedo - Entre O Sol E A Lua
Se hoje te dissesse que o sol brilha só para ti
Que as nuvens partiram e levaram a sombra que nos
tentou afastar.
O dia vai acabar
Vou oferecer-te o luar
Porque o céu não é de ninguém.
Refrão:
Vem comigo esta noite
Vem comigo esta noite
Agarrra a minha mão, dou-te estrelas, o luar.
Se isso não chegar, ouve bem esta canção.
Hoje dou-te o meu coração.
Se eu pudesse voltar atrás no tempo
Tinha te dito que a terra gira por ti
O dia vai acabar
Vou oferecer-te o luar
Porque o céu não é de ninguém
Hum Hum
Tenho que te dizer
Hum Hum
Tenho tanto para te dizer
Refrão:
Vem comigo esta noite
Vem comigo esta noite
Agarra a minha mão, dou-te estrelas, o luar.
Se isso não chegar ouve bem esta canção
Hoje dou-te...
Hoje dou-te...
Hoje dou-te o meu coração.
Uma música “Linda Demais” para quem deseja “muito além do prazer”, contrastando com o sentimento da actualidade balizado no prazer, sem intenções de “fazer diferente” e fazer “o que mais ninguém faz”.
Esta é uma obra-prima, um clássico com uma letra representativa do verdadeiro amor distinto dos outros sentimentos, um hino ao amor tão bem interpretado pelos sentimentais brasileiros “Roupa Nova” que provam que a arte musical é mais bela quando é esculpida com o coração.
Uma sugestão musical para todos os que acreditam que a música pode “inventar outra vez” o sentido de vida, “conquistar novos mundos” e mostrar que “quem ama tudo pode vencer”...
A Frase:
"Linda, só você me fascina, te desejo muito além do prazer..."
Os Serviços de Atendimento permanente (SAP) do Seixal e de Corroios encerram esta quarta-feira à noite, ficando apenas SAP de Amora a servir a população do Concelho, segundo a Comissão de Utentes de Saúde.
A informação sobre o encerramento destas unidades terá sido dada à Sub-Região de Saúde de Setúbal terça-feira, “não tendo sido avisados os utentes com antecedência”, segundo Edite Rosa da Comissão de Utentes.A Comissão, em parceria com a Câmara Municipal e Juntas de Freguesia promove amanhã duas concentrações à porta das unidades que encerram os seus serviços.Amanhã, às 11h00, a concentração realiza-se à porta do estabelecimento do Seixal e à tarde, às 17h00, junto do centro de saúde de Corroios."
Fonte: Correio da Manhã (18/07/07)