segunda-feira, 15 de Março de 2010

II Encontro Nacional de Blogueiros: recta final!

Falta menos de uma semana para o final das inscrições para o II Encontro Nacional de Blogueiros!

A fasquia do primeiro encontro ainda não foi ultrapassado, o que me leva a crer que ainda há pouca divulgação sobre este evento, porque não quero acreditar que o povo do Norte (mais próximo do local escolhido) se está a revelar inibido e intimidado. Quanto ao restante povo nacional, do qual eu faço parte, apenas digo que os dias podem não ser vividos como se fossem os últimos por diversa ordem de razões, mas qualquer dia é um bom dia para aceitar desafios como um sinal de bem viver! E este encontro é um evento diferente para melhor, digno de fazer jus à frase da Nicola: “Hoje é o dia!”

Portanto, do que estão à espera para aceitarem o desafio e reforçarem a divulgação pela blogosfera e amigos?

Entretanto, está oficialmente aberto o concurso para sugestões criativas para dinamizar o encontro de 27 de Março. Para vos ajudar, recordo-vos que o encontro será realizado no Porto, precisamente no Dia Mundial do Teatro. Soltem a arte individual de cada um!

segunda-feira, 8 de Março de 2010

Palavra Puxa Palavra (especial Dia da Mulher!): “No teu deserto”

“Ali estavas tu, então, tão nova que parecias irreal, tão feliz que era quase impossível de imaginar. Ali estavas tu, exactamente como te tinha conhecido. E o que era extraordinário é que, olhando-te, dei-me conta de que não tinhas mudado nada, nestes vinte anos: como nunca mais te vi, ficaste assim para sempre, com aquela idade, com aquela felicidade, suspensa, eterna, desde o instante em que te apontei a minha Nikon e tu ficaste exposta, sem defesa, sem segredos, sem dissimulação alguma.
Foi ao terceiro dia da nossa viagem, na estrada entre Oran e Argel, Novembro de 1987.”
Miguel Sousa Tavares, “No teu deserto”

Este foi o primeiro livro que li da famosa obra bibiliográfica de Miguel Sousa Tavares, e gostei! Comecei assim por um livro pequenino, ideal para servir de calço em mesas instáveis mas não só…

Miguel Sousa Tavares é considerado um homem polémico e frontal. Aliás, se chegar a ler a piada das mesas instáveis ainda me irá deixar aqui um mimo ao estilo Tavarista, mas compensá-lo-ei de seguida, vindo do coração.

Ora bem, amado por uns e odiado por outros, Miguel Sousa Tavares é uma referência para mim pela frontalidade e opinião própria que o caracteriza, mesmo que por vezes seja uma opinião diferente da minha. Mas no mínimo é bom comunicador, directo e destemido como eu gosto e como há poucos neste mundo, o que me deixa seduzido e a desejar mais!

Daí a curiosidade em inteirar-me da sua obra escrita, começando por “No teu deserto” em que o jornalista retrata, na primeira pessoa, a viagem profissional (e também pessoal) a Dakar , em 1987, com Cláudia, uma mulher desconhecida até então mas que se tornou uma das referências da sua vida.

Conhecendo o seu estilo directo e impenetrável, Sousa Tavares revela-se aos poucos nas páginas deste livro, mostrando uma face oculta mas reveladora de um homem sensível, imperfeito e com necessidade de afirmação, ao mesmo tempo que enaltece a figura feminina que o acompanha.

Um bom livro para o Dia da Mulher, pelo destaque central que um homem aparentemente intocável e racional atribui à “Mulher”, recordando-me também que a sua mãe será para sempre uma das “Mulheres de Portugal”, Sophia de Mello Breyner.

Feliz Dia da Mulher!

Selinhos!

O Prémio "Relíquia da Internet" foi atribuído pelo Lobinho (Sair das Palavras), e anuncia que este blogue é uma Relíquia da Internet. Um gesto carinhoso, a poucos dias deste blogue completar quatro anos de idade. Como o tempo passa...

Passo o selinho aos seguintes blogues:

Brinquinho da Cantareira
Fragmentos Culturais
O Amor Acontece?
AbelhaFerrona
A Sonhadora dos Sonhos Amarelos e a Sara do Doce Sussurro consideram que o meu blogue é mágico e pedem-me para completar a seguinte frase: "A magia é..."
Cá vai:

A magia é...criar Amor do nada!

Passo o selinho e o correspondente desafio aos seguintes blogues:

Os anjos voam porque se fazem leves
Tatanita...nas nuvens
Pretextos para fugir do real
Poetic Girl
Diabo de Roupa Curta
Dí's Secret Words
Beleza com a Dudis

sábado, 6 de Março de 2010

Serviço Público de Saúde: eu vou!

"Tal como alguns de vós devem saber, a àrea da Geriatria é aquela pela qual tenho um gosto particular. Foi devido a esse gosto e por achar que merece que se fale cada vez mais de Geriatria, que surgiu a ideia de realizar este Encontro!

Com toda a certeza gostaria de muito de contar com a vossa presença! =)

Qualquer dúvida contactem-me!

Beijos"

Andreia Andrade, organizadora do evento
E-mail: geriatria_miro@sapo.pt
TLM: 937377311

"Quem não tem dificuldades em lidar com a morte? A própria e a dos outros.

Os Profissionais da Saúde não fogem a essa regra. Preparam-se para lutar pela vida. Muitas vezes, a morte aparece-lhes como um fracasso.

O Simposio "(Con)Viver com a morte" aparece como uma oportunidade para, em conjunto, reflectirmos sobre esta realidade que faz parte da nossa vida. É confrontando-nos com esta realidade que nos vamos aproximando cada vez mais da perfeição. Alguém dizia: "A morte é a plenitude da vida".

Este Simposio é aberto a todos aqueles que quiserem e puderem participar. De norte a sul e Ilhas.

Sejam bem-vindos!"

Migalhas também são Pão
E-Mail: saer.huc@gmail.com
Telf: 239400467

quarta-feira, 3 de Março de 2010

O meu aniversário!

26 anos! Gerado da bela casta de 1984, Gonçalo Cardoso prima pelo sabor refrescante e inesquecível que deixa na alma do bom apreciador do ser humano. Homem quente, aveludado e com espírito de corpo, é considerado pela crítica um homem moderno e espiritual! A pureza das suas raízes é uma das razões da sua qualidade, sendo oriundo de uma das mais belas encostas da região da Bairrada. Apreciem-no!

(perdoem-me a publicidade enganosa, mas hoje é o meu dia, nem todos os vinhos são assim tão bons e teria de agradecer aos meus pais de uma maneira original. No entanto, a parte do “Apreciem-no” continua de pé!:P)

Sejam felizes, como eu, todos os dias!

domingo, 21 de Fevereiro de 2010

II Encontro Nacional de Blogueiros: Já há dia!

O anúncio está praticamente concretizado, temos dia e cidade! Apenas falta saber o local específico do Encontro, um detalhe que será conhecido no final das inscrições, para decidirmos entre a Tasca do Emplastro ou a Quinta do Rui Rio. Depende de todos!

Realço, neste novo encontro, a novidade “Traz um amigo também!”, para quebrar barreiras em conjunto e divulgar o verdadeiro “espírito do blogueiro” a pessoas que ainda não pertençam ao magnífico mundo da blogosfera. O primeiro Encontro provou que esta divulgação é um bem público e necessário!

Portanto, primeiro que tudo, peço para TODOS OS BLOGUEIROS (meus seguidores ou não) divulgarem este anúncio nos seus blogues pessoais, usando a magia das teclas CTRL+C/CTRL+V, e de seguida começarem a estabelecer contactos com os vossos amigos para encherem o Porto na noite de 27 de Março. As inscrições estarão abertas até ao dia 21 de Março através do meu blogue ou meu e-mail (goncalofoc@gmail.com). Para quem vive longe e não tem uma “casa amiga” na Invicta, ouvi dizer que há uma excelente Pousada da Juventude a preços convidativos…

Para terminar, mais uma menção honrosa à autora do blogue Diabo de Roupa Curta pelo apoio que tem prestado ao sucesso deste encontro, nomeadamente no design deste novo anúncio. Conto com o vosso apoio também!

Just Say Yes!

quinta-feira, 18 de Fevereiro de 2010

Agir para Reflectir, Reflectir para Agir: As 12 Qualidades da Felicidade!

O texto é grande mas prometo que não dói nada… Vá, aguenta, não chora…

1. Amor – Ele é a fonte da felicidade, renovável e inesgotável. Muitas vezes pensamos que ser amado é a melhor sensação do mundo, mas é a segunda melhor. A melhor é amar. O amor é pólo oposto ao medo, em termos emocionais e neurológicos. Por isso é o antídoto para o medo e o primeiro passo para a felicidade.

2. Optimismo – O optimismo dá-nos força para enfrentar episódios dolorosos. Eu dantes pensava que era uma atitude: achar que o copo está meio cheio em vez de meio vazio. Mas isso era um bocado artificial, apenas um truque de percepção. Foi então que sofri o pior episódio da minha vida. O meu filho morreu. Senti que a luz tinha deixado para sempre a minha vida. No entanto, no meio do meu desespero, percebi que o meu filho me tinha deixado um legado de amor que seria meu para sempre e que, se eu conseguisse sobreviver à perda do meu filho, nada mais me poderia destroçar. Quando percebi isto, compreendi também que todos os episódios dolorosos ensinam uma lição e que quanto mais dói, mais se aprende. Assim aprendi o verdadeiro significado de optimismo. Optimismo é perceber que quanto mais aquele acontecimento nos magoa, mais profunda é a lição. Quando o nosso coração assimilar isto, nunca mais irá achar que o que aconteceu foi tudo mau. O optimismo dá-nos força para vencer o medo do futuro e os arrependimentos do passado.

3. Coragem – Esta é a arma mais poderosa contra o poder instantâneo do sistema de medo. Ninguém consegue vencer o medo sem coragem, porque o medo está inscrito no nosso circuito neurológico. Não se fazem “medotomias”. Mas, se o medo está definitivamente programado no nosso cérebro, também o está a coragem. Ela tem origem no neocortex e é um produto do espírito, do intelecto, e das emoções mais nobres de amor e generosidade. Aquilo que nos permitiu sobreviver como espécie foi o medo instintivo. Agora que sobrevivemos, é esta qualidade que nos faz evoluir.

4. A sensação de liberdade – Não há nada como a liberdade para saciar a alma. A liberdade é escolher e escolher é o que nos torna humanos. Quando escolhemos estamos a definir o que somos. Toda a gente tem o poder de fazer escolhas mas as pessoas infelizes não sabem que o têm. Acham que é só para os ricos. Pois não é. Conheci umas mil pessoas ricas que não se sentiam livres. Qualquer um pode fazer escolhas desde que tenha coragem para as fazer.

5. Proactividade – As pessoas felizes participam no seu destino e forjam a sua própria felicidade. Não esperam que aconteça qualquer coisa ou que venha uma pessoa fazê-las felizes. Não são vítimas passivas.

6. Segurança – As pessoas felizes sabem que nada dura para sempre – nem o dinheiro,
nem a aprovação, nem sequer a vida. Portanto não medem a segurança com calendário nem com calculadora. Simplesmente gostam de si como são. Não são escravos da popularidade, da longevidade ou do estatuto financeiro. Sabem que a segurança é uma questão interna.

7. Saúde – A felicidade e a saúde são interdependentes. É difícil ser feliz se não se tem saúde e é difícil ter saúde se não se estiver feliz. A química do humor saudável tem particular importância para a felicidade. As pessoas podem estar a levar uma vida feliz e nem sequer darem conta disso, se a química do humor estiver deficiente. O desequilíbrio entre os neurotransmissores serotonina e dopamina, por exemplo, pode estar a comprometer uma felicidade latente.

8. Espiritualidade – As pessoas felizes não receiam passar dos limites nas suas vidas. Permitem-se, e acolhem de bom grado, experiências extraordinárias. Têm claramente menos medo da morte. Não estão preocupadas por irem morrer – estão é preocupadas por não viverem.

9. Altruísmo – As pessoas infelizes estão normalmente demasiado absorvidas consigo próprias para poderem ser altruístas. Já as pessoas felizes conhecem bem essa óptima sensação. Sentem-se ligadas aos outros, com um objectivo, e viradas para fora de si próprias.

10. Perspectiva – As pessoas infelizes têm uma tendência para ver as coisas em termos absolutos e, muitas vezes, não conseguem distinguir os verdadeiros problemas daqueles que não têm importância. As pessoas felizes, em vez de verem logo tudo negro, vêem em graus de cinzento e conseguem ver a verdadeira gravidade dos seus problemas e transformá-los depois em hipóteses. Não abandonam o filme das suas vidas quando as coisas correm mal.

11. Humor – O humor é uma variante da percepção, que dá às pessoas a coragem de continuar mesmo quando a vida parece estar na pior fase. Há nele um certo desprendimento, quase como um estado de graça. Remove o sofrimento do coração e entrega-o ao intelecto e ao espírito que têm o poder para o tratar.

12. Objectivo – As pessoas felizes sabem porque estão aqui na terra. Estão a fazer aquilo que lhes compete fazer. Se morrerem hoje, morrem satisfeitos com as suas vidas.”
Dan Baker, em O que sabem as pessoas felizes

Cansados? Vá lá, só mais um texto. Ou isto ou um filme do Manoel de Oliveira…



Teoria da Felicidade – Saúde ou Amor?
Há uns meses atrás, durante um rigoroso estudo de Gestão em Enfermagem, recheado de esquemas e modelos de bem gerir, caiu em mim a teoria da felicidade sob a forma de uma luz espiritual...
Assim, num abrir e fechar de olhos, desenhei um grande quadrado que simbolizava o ambiente externo, constituído por factores como a sociedade, a sua cultura e costumes...Bem no centro desse quadrado, coloquei um circulo com a palavra Saúde, e à sua volta três círculos, dependentes entre si e dependentes do circulo central, com as respectivas designações: Amor, Família/Amigos e Sucesso Profissional...
Algo que me fez pensar foi o facto da base da felicidade ser a Saúde em vez do Amor, ao contrário do que eu defendia...Mas será que há amor sem saúde? E saúde sem amor? De facto é uma questão algo polémica e que ainda não encontrei uma resposta consensual, porque se o amor é a fonte da felicidade, porque razão crianças em África continuam a nascer, crescer e morrer sem alimento que lhes console o corpo e a alma? Neste caso, de nada serve o amor se não temos o alimento que nos dê a saúde necessária para amar...E haverá alguém que, estando doente, sentindo-se desequilibrado consigo e com os outros, tenha condições para amar e ser feliz?
Apesar de tudo, acredito que o amor sem saúde pode causar felicidade, basta imaginar o caso de doentes terminais que finalizam a sua caminhada com um sorriso e paz de espírito espelhados no rosto, como prova do amor e carinho transmitido pelos seus entes mais queridos...E muitas vezes é esse amor que lhes dá uma réstia de esperança na recuperação, para continuar a amar a vida...Amor que também poderá escassear e desequilibrar o ser humano para a doença...
Espero que se divirtam a desenhar mentalmente a felicidade como eu a imaginei, e que ajudem-me a encontrar resposta a esta questão, principalmente quem já esteve doente e quem já amou...Já agora, sejam felizes de que maneira for;)”
Gonçalo Cardoso, O Sabor da Palavra (11/05/2006)

Ainda aguentam mais uma? Pronto, esta é rapidinha…

Decidi colocar este texto em conjunto com o excerto do livro de Dan Baker, porque enquanto o lia, revi as minhas palavras sobre a minha teoria da felicidade. Julgo que há uma certa proximidade entre as minhas palavras e as de Dan Baker, a única diferença é que para este as 12 qualidades da felicidade são todas essenciais de igual forma.

É bom rever as nossas palavras do passado e analisá-las no presente, e passados quase quatro anos, alteraria a forma da minha teoria, mantendo o seu conteúdo. Desta vez, colocaria dois círculos centrais, o amor e a saúde, porque não concebo a felicidade sem amor e/ou saúde. De resto, colocaria as restantes qualidades da felicidade, segundo Dan Baker, em torno dos círculos centrais, dependentes entre si e dependentes dos círculos centrais, numa verdadeira rede da felicidade.

Para quem não teve a mínima paciência de ler este enorme post, apenas vos digo o seguinte: um texto destes por dia, nem sabe o bem que lhes fazia… Para os corajosos, descubram-se no campo da felicidade…

quarta-feira, 17 de Fevereiro de 2010

Palavra Puxa Palavra: “O Que Sabem as Pessoas Felizes”, de Dan Baker

Sinopse: Este livro apresenta-nos um programa que revolucionou a vida de inúmeras pessoas infelizes.
Começamos por aprender quais são as duas únicas causas da infelicidade e por delinear um plano para as ultrapassar. Depois, Dan Baker ensina-nos a reconhecer as armadilhas da felicidade – os cinco caminhos ilusórios que usamos para chegar à felicidade, mas que apenas cavam mais fundo a nossa tristeza. Finalmente, revela-nos os seus instrumentos de felicidade, seis truques que, se bem treinados, conduzirão inevitavelmente a mais optimismo, mais coragem, melhor humor e satisfação – ou seja, à felicidade.

“O Dr. Dan Baker criou o livro por que todos esperávamos. É um livro importante, prático, perspicaz, fácil de ler, repleto de pistas que nos conduzem ao caminho para a felicidade.”
Gerald G. Jampolsky, M. D., autor de Amar é Libertar-se do Medo

“Toda a gente quer ser feliz. Mas, se procurarmos a felicidade no lugar errado, sujeitamo-nos a sofrer e a adoecer. Em O Que Sabem as Pessoas Felizes, Dan Baker oferece-nos o melhor da ciência e da espiritualidade, revelando, com profunda sabedoria, como podemos aprender a ser felizes e a deixar de sofrer. Altamente recomendado.”
Dean Ornish, M.D., fundador e presidente do Preventive Medicine Research Institute e professor clínico de medicina na Universidade da Califórnia em San Francisco

“Este livro é extraordinariamente útil e, com os seus ensinamentos, vai fazer aumentar o número de pessoas felizes”
Harold Kushner, autor de Quando Acontecem Coisas Más às Pessoas Boas

“Este livro tem uma história mesmo antes de ser lido. No dia 19 de Fevereiro de 2008, há quase dois anos, uma loirinha de olhos claros totalmente desconhecida pega neste livro encostado à prateleira da livraria e coloca-o na minha mão, revelando ser o livro da vida dela. Para os mais curiosos, é uma história documentada na altura no meu blogue. Comecei a lê-lo passado uns meses, parando no excerto “As 12 qualidades da felicidade”, numa altura em que uma amiga minha passava por alguns problemas pessoais, levando-me a citar este excerto. Não passaram muitos dias até que o livro estivesse na sua mesa de cabeceira, provocando-lhe momentos de grande emoção durante a leitura, e sendo considerado um dos melhores livros da vida dela. O livro regressa ao meu poder, distinguindo-se dos restantes livros de Psicologia Moderna ou Positiva pela sua abordagem científica e de investigação às diversas Teorias da Felicidade, o que se torna, por vezes, algo monótono. No entanto, está recheado de diversas histórias que permitem ao leitor reviver também momentos actuais, dando-lhe um sentido pragmático bastante interessante e construindo teorias pelas quais me identifico na sua globalidade. O excerto acima referido é um belo exemplo, fazendo-me recordar um dos primeiros textos no meu blogue intitulado “A Teoria da Felicidade”. Não sei se aceitarão esta sugestão, acredito que o que é vosso a vocês virá, mais cedo ou mais tarde, tal como demonstram as últimas palavras da loirinha de olhos claros para mim: “Segue o teu instinto!”. Eu segui, e bem!”
Gonçalo Cardoso, autor do blogue O Sabor da Palavra