segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

O eterno problema das expectativas!

Todos agimos em função de expectativas, estas são condição essencial para existirmos. Depois há as altas e baixas expectativas. Os mais emocionais elevam a fasquia das expectativas, os mais racionais dizem que o mais acertado são as baixas expectativas. Com baixas expectativas, tudo o que vier será por acréscimo mas vivem controlados como sardinha em lata. As altas expectativas são o princípio da desilusão, mas aquece o coração, ilumina e transborda.

Depois há vários factores associados às expectativas. Um contexto é uma circunstância num determinado momento. Um grupo tem as suas próprias características que o distingue de qualquer outro. Cada pessoa tem um espírito diferente de abertura. Esse espírito vive consoante o contexto de cada um. A mentalidade é um factor único. E, finalmente, um encontro de pessoas é como um jogo num campeonato: uma pequena gota num oceano!

Portanto, nem todos os grupos funcionam, nem toda a gente entende o sofrimento de forma universal e um jogo será sempre um jogo.

No meio disto tudo a azia existe. Indigestões que confirmam o risco das elevadas expectativas. Mas mais vale uma emoção cheia do que uma razão vazia!

3 comentários:

Karochinha disse...

Já fui, a favor de expectativas sim. Abandonei a ideia. Simplesmente porque a expectativa não a associa à emoção mas sim a uma razão que se quer controlar, algo muito complicado de gerir. Como tal, não crio nem alimento expectativas, fico sem azias, sem desilusões e acredito que vivo numa gigante lata de sardinhas, sem amarras nem abertura fácil!
Beijocas nossas ;)

açoriana disse...

Eu acrescentaria que as altas expectativas, que nem sempre resultam em desilusão, são sempre necessárias para que as nossas vidas não se passem inutilmente ;)

Carolina Tavares disse...

Gostei imenso, ¨Mas mais vale uma emoção cheia do que uma razão vazia!¨

É isso aí.