sexta-feira, 4 de março de 2011

A Pedra na Engrenagem

A escolha dos amigos e amores depende exclusivamente de cada um. A família é um grupo imposto mas normalmente bem sucedido, possivelmente por uma questão de identidade, cultura e espírito de corpo. Amizade é diferente de irmandade, mas amigos podem tornar-se irmãos, mas irmãos podem nunca vir a ser amigos e muito menos irmãos.

Mais dependente do que a amizade e a família é a escolha do grupo profissional. Colegas de trabalho podem ser apenas colegas, vir a ser amigos, quiçá irmãos mas por vezes roçam o estatuto de inimigo. E, num grupo com o qual passamos mais tempo do que a família e amigos, apesar de todas as diferenças e imposições, deveríamos manter identidade em torno de objectivos comuns e agregadores. O trabalho cansa mas cada um pode ser a solução para a tranquilidade e predisposição positiva…

Eis o meu lema profissional:

“Solidariedade, Partilha e Reconhecimento”

Sejam felizes…também no trabalho!
(Música: Adele - Someone Like You)

13 comentários:

Sus disse...

Familia não se escolhe mesmo, diria que ela nos acolhe... e se fossemos nós a escolher aposto que não escolheriamos tão bem.
Quanto aos amigos, esses sim conservamos os que realmente são dignos de tal posto.
Já os colegas de trabalho, mesmo que se queira, há sempre diferentes espécies de colegas, porque as pessoas são diferentes e muitas vezes não combinam... e nem fazem um esforço para tal, e como muitas vezes também não podemos escolher os colegas, a alternativa é ir tentando levar as coisas da melhor forma.
E claro que, se o que se faz é realmente o que se gosta, mesmo com alguns colegas não muito 'amigos' podemos ser sempre felizes. Porque no trabalho o que vale é a realização pessoal, e claro que se for acompanhada de uma boa relação inter-pessoal melhor.

Senão temos pena! Cada um é como cada qual!

Beijinhos***

nuvemdoce disse...

Bela construção de carácter Gonçalo, se todos nós, ou pelo menos uma boa percentagem, unisse esforços e pedra a pedra, tijolo a tijolo, escada a escada, subisse com a mesma pureza de sentimentos, determinação e carisma,esse lema seria construído e habitado sobre uma realização e qualidade de vida diferente, com mais disposição, satisfação e ânimo para encarar qualquer contrariedade ou atitude menos sociável.

O reconhecimento é importante, tanto o nosso, como o de outros, é uma questão de respeito pelo trabalho de cada um e pela sua entrega e profissionalismo, mas os sentimentos são mais ainda, aqueles que fazem parte de nós, e por vezes os escondemos porque o local não é o mais adequado. As emoções, na verdade, são grandes oportunidades para que se possa extrair o melhor de cada pessoa, aliando o sentimento ao momento e assim aumentar as chances de sucesso e a motivação de uma equipa. A sinceridade é a base do lema!!...

Beijokas e Bom Carnaval:):)

Daniel Silva (Lobinho) disse...

"Os laços que unem a tua verdadeira família não são os de sangue, mas os do respeito e da alegria dentro da vida de cada outro", diz Richard Bach, o autor de "F. Capelo Gaivota", "Ilusões" e "Não Há Longe Nem Distância", livros que recomendo.

Quanto ao trabalho, extensível à sociedade em geral e onde quer que exista um outro, concordo plenamente. Somos nós que contribuímos (ou não) para uma melhor predispiosição, um melhor ambiente, desde que o sintamos.

As pessoas sempre carrancudas e zangadas com o mundo, tendem a descarregar sobre ti sem que tenhas culpa; e se não deves sorrir a toda a bofetada, também nao deves contribuir para que esse azedume, essa maneira de ser e estar do outro, se torne uma sombra a acinzentar a vida.

Somos todos responsáveis pela felicidade, começando por pequenos gestos, assim, como os que vais referindo e mostrando pela tua maneira de ser (no pouco que te conheço).

Somos sempre parte da solução, mas devemos fazê-lo de forma assertiva, i.e., sem contemporizar com os carrancudos da vida mas igualmente sem deixar que eles infestem um mundo por natureza frio.

O teu abraço, Gonçalo

Daniel Silva (Lobinho) disse...

"Os laços que unem a tua verdadeira família não são os de sangue, mas os do respeito e da alegria dentro da vida de cada outro", diz Richard Bach, o autor de "F. Capelo Gaivota", "Ilusões" e "Não Há Longe Nem Distância", livros que recomendo.

Quanto ao trabalho, extensível à sociedade em geral e onde quer que exista um outro, concordo plenamente. Somos nós que contribuímos (ou não) para uma melhor predispiosição, um melhor ambiente, desde que o sintamos.

As pessoas sempre carrancudas e zangadas com o mundo, tendem a descarregar sobre ti sem que tenhas culpa; e se não deves sorrir a toda a bofetada, também nao deves contribuir para que esse azedume, essa maneira de ser e estar do outro, se torne uma sombra a acinzentar a vida.

Somos todos responsáveis pela felicidade, começando por pequenos gestos, assim, como os que vais referindo e mostrando pela tua maneira de ser (no pouco que te conheço).

Somos sempre parte da solução, mas devemos fazê-lo de forma assertiva, i.e., sem contemporizar com os carrancudos da vida mas igualmente sem deixar que eles infestem um mundo por natureza frio.

O teu abraço, Gonçalo

EC disse...

Partilho desse teu lema. Gosto desse espírito! Bjs ;)

Fragmentos Culturais disse...

... nos dias que percorremos, um dilema lindo, mas difícil de por em prática...
Mas, sei que és 'positivo'!

Linda semana!
Beijinhos**

Gonçalo disse...

Sus:

O problema passa quando o sonho profissional revela-se um trabalho com estatuto de escravatura e por vezes com condições desumanas e qualquer coisa negativa, aumenta o pessimismo e tensão. As relações interpessoais são assim determinantes...

Mas o espírito é esse!

:)

Beijinhos***

Gonçalo disse...

Nuvem Doce:

O que andas a tomar agora para um discurso tão sério?

:P

Gostei do teu outro lado!

:)

Beijinhos***

Gonçalo disse...

Lobinho:

O teu comentário fez-me lembrar uma cena que se passou hoje num concultório médico para mim novo. A médica tinha um ar carrancudo como se o mundo fosse o seu maior inimigo e atrás de si estava um daqueles quadros que reflectem que o sorriso contagia e que a falta de sorriso também. O que é certo é que esta mistura me fez sorrir, sem contagios humanos

:P

Um grande abraço :)

Gonçalo disse...

Fragmentos Culturais:

A utopia pode ser associada à minha imagem e ao meu blogue, mas o caminho faz-se com positivismo contagiante. Eu acredito em mim!

Beijinhos*** :)

Gonçalo disse...

EC:

Já somos dois contagiantes!

:)

Sus disse...

Gonçalo,
Trabalhar para outrém implica sempre um estaturo a esse nível por melhor que seja o nosso superior... por isso, é sempre preferivel quando possivel trabalharmos para nós próprios, a satisfação nesse caso não tem comparação.

Beijos :)

Gonçalo disse...

Sus:

Quando a liberdade do outro invade a minha no trabalho, custa ser tudo aquilo que dizes e que acredito...

Beijinhos ***:)