O meu desejo de um Natal passado especialmente junto aos que mais amamos, dando continuidade ao Natal de todos os dias que nos faz crescer e partilhar valores de grandeza e prosperidade com os mais próximos.
Esta deveria ser a mensagem principal mas, infelizmente, Natal não é todos os dias, há um distanciamento crescente das pessoas, uma desconfiança contínua com o próximo e uma procura incessante pela bajulação materialista.
Felizmente, o espírito de convívio essencial nesta época começa-se a viver numa véspera alargada que inclui quase todo o mês de Dezembro, reunindo grupos de pessoas com os mesmos interesses, sejam pessoais ou profissionais, mas infelizmente Janeiro é o fim anunciado de uma época de maior proximidade. Mas isto é o Natal!
O meu Natal é a reunião da família, muitas vezes numa versão reduzida que me desagrada, mas uma das maiores lições de vida passa pela dedicação que devemos prestar aqueles que realmente estão e merecem. E esses estão sempre comigo e eu com eles. Cada vez mais, serão meus!
E pouco há a falar sobre os presentes, não os ofereço normalmente durante os restantes dias do ano, também não os daria num dia específico como sinal de obrigação. A dádiva é natural e humana, abrindo-se a excepção para as crianças que merecem viver no mundo da inocência e da magia. Eu também já fui como eles e reconheço a alegria que sentia com os presentes que recebia. Mas felizmente, também recebi a receita do amor e da formação pessoal que me orgulha.
Infelizmente, há um país em crise de valores sociais e económicos. Felizmente, há amor dentro de mim para ultrapassar as dificuldades.
Alimentem ou renasçam os verdadeiros espíritos. Sejam felizes. Também no Natal!
Esta deveria ser a mensagem principal mas, infelizmente, Natal não é todos os dias, há um distanciamento crescente das pessoas, uma desconfiança contínua com o próximo e uma procura incessante pela bajulação materialista.
Felizmente, o espírito de convívio essencial nesta época começa-se a viver numa véspera alargada que inclui quase todo o mês de Dezembro, reunindo grupos de pessoas com os mesmos interesses, sejam pessoais ou profissionais, mas infelizmente Janeiro é o fim anunciado de uma época de maior proximidade. Mas isto é o Natal!
O meu Natal é a reunião da família, muitas vezes numa versão reduzida que me desagrada, mas uma das maiores lições de vida passa pela dedicação que devemos prestar aqueles que realmente estão e merecem. E esses estão sempre comigo e eu com eles. Cada vez mais, serão meus!
E pouco há a falar sobre os presentes, não os ofereço normalmente durante os restantes dias do ano, também não os daria num dia específico como sinal de obrigação. A dádiva é natural e humana, abrindo-se a excepção para as crianças que merecem viver no mundo da inocência e da magia. Eu também já fui como eles e reconheço a alegria que sentia com os presentes que recebia. Mas felizmente, também recebi a receita do amor e da formação pessoal que me orgulha.
Infelizmente, há um país em crise de valores sociais e económicos. Felizmente, há amor dentro de mim para ultrapassar as dificuldades.
Alimentem ou renasçam os verdadeiros espíritos. Sejam felizes. Também no Natal!
Imagem: http://clubedeespecialistasdafap.blogspot.com/2011/11/feliz-natal-2011.html
Música: Band Aid - Do They Know It´s Christmas Time
5 comentários:
Subscrevo as tuas palavras. Um Feliz Natal para ti.
Beijinhos
Muito bem escrito e dito!
Não tenho mais nada a acrescentar às tuas palavras, por isso a minha mensagem nem tem o título de Natal, e sim "o preço de um sorriso"... a descrença nos valores humanos como seres únicos é cada vez maior.
Ainda bem que existem pessoas como tu.
Tudo de bom nestes dias, mas que se prolongue sempre por todo o ano.
Beijinhos
Saudades...
O país torna-se mais bonito, no Natal. Gostei de te ler. :) Tem um dia feliz, junto de quem mais amas.
"Infelizmente, há um país em crise de valores sociais e económicos. Felizmente, há amor dentro de mim para ultrapassar as dificuldades."
Completamente, o teu lema!
nao obstante ser um momento psicologico, desejo-te um bom ano, Gonças!
Aquele abraço
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