quinta-feira, 26 de março de 2015

Da Organização!

Estar organizado na sua desorganização é um estado de espírito tão próprio como perigoso. É único, individual e revelador de capacidade intuitiva e abstracção. Por vezes é também desculpa para a desorganização. No entanto, cansa, promove ansiedade, arrisca a perda de dados e alimenta a dúvida.

Organizar a desorganização é um acto de dever cumprido. É segurar o incontrolável. Devolver espaço para coisas e actos nobres. Aumentar o grau de eficácia. E acima de tudo sentir que o rigor e o método são o caminho mais fácil para atingir o sucesso. Com uma dose de emoção q.b., se faz favor. 

Organizem-se!

(depois de dias de arrumação caseira)

terça-feira, 3 de março de 2015

31!

Mais sol. Mais luz. Mais energia.

E assim se fará um 31!

#modofeliz


quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Dia do Cabelo!

Quanto custa a felicidade? Pergunta que atemoriza quando queremos algo acima das possibilidades. Pergunta para resposta rápida quando há gente com dinheiro para comprar felicidade (sim, o dinheiro também ajuda a ser feliz). Pergunta para respostas duvidosas em pessoas que vivem no limbo entre as suas possibilidades reais e aquilo que não fazem por medo do desconhecido.

Estarei provavelmente neste último grupo mas sem o factor medo. Afinal de contas há custos relativos e a felicidade é um factor absoluto. Se juntarmos a isto a possibilidade de encontrar meios próprios para garantir o nosso bem-estar, estaremos possivelmente a tocar a barra da saia da felicidade. Há dinheiro, há dor, há receios, há riscos, mas há custos irrisórios para o tamanho dos nossos sonhos. Por tudo isto posso dizer à boca cheia:

Hoje comprei felicidade!

domingo, 4 de janeiro de 2015

Mensagem de Ano Novo!

Comecei as primeiras horas de 2014 a ser entrevistado para uma televisão sensacionalista e com uma mensagem tão sensacionalista como real. Nas minhas palavras "2014 vai ser o melhor ano de sempre!". Não sei se foi o melhor ano de sempre, espero que seja apenas um bom ano como foi e que seja princípio para muitos e melhores anos. A ambição destaca o ser humano dos ratos de porão e a esperança é muito mais que um desejo. Que assim seja!

Para este novo ano lanço o repto lançado por João Catalão, excelente orador que tive o gosto de conhecer em 2014 num evento TED, e peço para que todos criem uma lista de desejos para este ano, algo que fique escrito e possa ser consultado e averiguado quanto à sua concretização. 

Na vida é preciso criar objectivos, senão derivamos em vez de vivermos, e com objectivos bem definidos (e concretizáveis também), devemos acrescentar o ingrediente da mentalidade forte para os poder cumprir.

Criem e façam acontecer!

Há um novo ano para sermos felizes. Aproveitemos!

"Vamos lá, vem
Quando eu disser tiras o pé do chão
Vamos lá, vem
Sei que tu queres essa sensação"

Música: HMB - Feeling

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

A minha mensagem de Natal 2014

Anos e anos a querer um Natal como este, com o verdadeiro espírito de união e família e o coração cheio por quem não esqueço e por quem veio para não me fazer esquecer. Anos e anos a acreditar e com a esperança de um dia rasgar com o passado que impacienta e nos torna ao mesmo tempo mais crentes numa fé própria. 

Este é o Natal, a época em que podemos parar e rever-nos no nascimento das nossas pequenas conquistas, no reinventar dos nossos pequenos milagres e puxar para o futuro os nossos feitos maiores. 

O Natal existe mesmo e está ao alcance de todos. Sejam pacientes, acreditem no vosso amor próprio e desfrutem das pequenas coisas da vida com o coração cheio. Assim será a origem de tudo, o nascimento de uma nova alegria, o encontro com a nossa essência. 

Assim será o Natal, todos os dias das nossas vidas.

Sejamos felizes! 

Música: Azeitonas - Nos desenhos animados (nunca acaba mal)

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Histórias do Dia Anterior

Antes: O teu aniversário!
Depois: O aniversário da origem da existência!

Antes: A última nota antes de um longo período de ausência. Que seja um regresso breve!
Depois: O meu aniversário!

Antes: O diário em branco. A inquietante rolha de cortiça. "Como Gerir o Amor". O Encontro!
Hoje: Parabéns papá!

Música: Bright Eyes - First Day of My Life

terça-feira, 15 de julho de 2014

Teorias do Abstracto

Qual a causa do primeiro contacto com alguém especial?

Uns poderão atribuir o primeiro encontro à inevitabilidade do destino. Encontramos alguém porque já estava definido. Havia mil e uma possibilidades de conhecer alguém naquele contexto mas teria que ser aquela pessoa. Não havia volta a dar, precisávamos daquela pessoa por alguma razão ou sentido de vida. Apareceu no momento certo e tinha que aparecer. Nada fizémos para que aparecesse, apenas aceitá-la porque era a dádiva que precisávamos.

Outros poderão considerar que tudo passa por uma questão de sorte. Pode-se procurar e lutar por um objectivo pessoal, o objectivo de ter uma pessoa com aquelas características num determinado contexto mas que, sem sorte, nunca será encontrada. Todas as pessoas especiais que encontramos são resultado de uma combinação de factores num momento feliz, porque estávamos ali e encontrámos, porque se assim não fosse nunca teria sido possível. Uns acham-se sortudos, mas que rica gente que as une! Outros acham o seu fado mais triste que o fado das calçadas portuguesas!

Ainda há uma variante intermédia que acha que é preciso sorte para encontrar os "inevitáveis". Eles existem mas é preciso sorte para os encontrar. Se não existir, eles também não existirão. mas neste caso deixam de ser inevitáveis.

No meu caso, não acho que haja fatalismos na existência, sinto que há um semi-destino que nos permite mover com determinados dados pré-existentes mas com o livre-arbítrio para decidir. Os caminhos existem e alguns bastante tentadores, mas um caminho será diferente do outro consoante a nossa vontade. No entanto, no caso do primeiro encontro numa relação especial, há uma inevitabilidade independente da sorte. As pessoas surgem porque tinham que surgir. Precisava mesmo daquela pessoa e ela apareceu porque a vida a proporcionou. E porque estava atento. E se virmos bem, há azarados que encontram pessoas bem especiais. Portanto, esqueçam a sorte e estejam atentos, as pessoas surgem no momento certo!

Música: Coldplay - A Sky Full of Stars

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Eu Sei!

Eu sei, não andei depressa demais, mas sei que algum sorriso eu perdi. Qualquer sorriso vosso será perdido quando eu não estou. Vou pedir ao tempo que me dê mais tempo para olhar para vocês. Ontem, agora, amanhã e para sempre, não há distância para olhar para vocês.

Cantei, cantei o nosso amor, na minha cidade, e até com vaidade, cantei. Não andei pelo mundo fora para não ver a hora...de voltar para vocês.

Eu sei, eu vou estar aqui. Amo-vos!

Música: Mariza - O Tempo Não Pára

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Cavalheirismo e Homosexualidade

Há um limiar cada vez mais próximo entre o cavalheirismo e a homosexualidade na sociedade actual. Posso assegurar que é possível a amizade entre homem e mulher, um homem gostar de cozinhar, ceder passagem a uma mulher numa entrada em público, usar exfoliantes e cremes hidratantes para várias partes do corpo, ouvir a última balada do momento e ainda gostar de mulheres.

Para quem não acredita há pelo menos três explicações para a relutância. A ignorância, para mim a pior explicação, uma vez que a ignorância e a maldade são entidades cada vez mais distintas. A inveja, uma vez que nem todo o homem consegue modernizar-se. E o medo, o medo de perder o lugar que sempre obteve no uso da sua macheza conservadora e inútil.

A liberdade continua a ser a moda eterna. Sejamos modernos, sem preconceitos!

sábado, 19 de abril de 2014

Há 8 anos mais perto de todos!


Imagem: http://blog-pt.hostelbookers.com/competicao-online/ganhar-viagem-gratuita-8-aniversario-hostelbookers/

sábado, 12 de abril de 2014

Razões para o Afastamento das Pessoas!

Questionei-me há umas semanas sobre a distância existente entre as pessoas no evento TED no Porto, nomeadamente na sua faceta de Networking. Não seria preciso um evento TED para questionar-me sobre as relações mas nesta precisa situação foi alarmante a sua distãncia. Tudo porque este é um evento que apenas faz sentido com pessoas capazes de quebrar barreiras e iniciarem novas relações, sejam pessoais ou profissionais, e o que se viu foi um corredor de pessoas pregadas nas suas individualidades ou com os seus pequenos grupos, e apenas com a vontade do fim do intervalo, do contacto e dos olhares indiscretos. Eu próprio, que considero-me uma pessoa com um poder de iniciativa razoável, senti-me perturbado com a ideia de querer e não poder dentro de uma barreira invisível que impedia e inquietava.

Parei e pensei.

Haverá imensas razões para este desfecho, vocês saberão muitas mais, mas para mim há quatro boas razões para o afastamento das pessoas.

Primeiro, o medo da rejeição. O medo de receber um rotundo "Não!" O medo de receber apenas um sorriso tímido e um "Adeus, ó vai-te embora!" disfarçado por uma falsa simpatia. Ou mesmo receber umas costas voltadas na resposta em troca.

Segundo, o medo da suspeição. O medo de pressupor um interesse inexistente. A abordagem pela troca de favores sociais, profissionais, económicos ou sexuais que na realidade não existem. Isto porque o oportunismo dizimou as últimas gerações, fazendo crer que tudo pode ser uma oportunidade disfarçada e ignorando gente pura e apenas com o único prazer do estar e do ser.

Depois temos o medo do preconceito. O medo de se ser alto, baixo, gordo ou magro. Ter uma perna maior que a outra, uma borbulha na testa ou uma verruga peluda no queixo. O medo de se ser e de ter quando o principal é o saber estar. Mas este medo existe e impede muitas relações!

Por fim temos a razão do individualismo. Há mesmo gente que não tem medo da rejeição, da suspeição e do preconceito. Apenas tem medo de perder o seu ego e fecha-se apenas sobre si. Ou então tem todos os medos em si. Um caso de estudo que não me interessa!

E agora pensar como seria o mundo com menos razões e com mais emoções. Acolher e ser acolhido. Receber que nem criança carente e expressar que nem gente madura. Rir para cimentar. Ser fiável e confiar. Estar em provas cegas. E pensar que este poderia ser mais do que um texto com um final utópico. Real, bem real!

Música: Rihanna - Stay

domingo, 6 de abril de 2014

Manuel Forjaz


Descobri-o numa das gravações do programa 5 para a meia-noite. Na altura estava a lavar louça e a querer saber mais sobre o evento TEDxOporto que iria assistir uns dias mais tarde. De repente ouço um senhor falar de algo que ainda hoje é impronunciável para muita gente, incluindo eu, e que muitas chamam "doença da modernidade". Tive que parar tudo o que estava a fazer e ficar perplexo diante da televisão enquanto assistia a um senhor falar com uma coragem inimaginável dessa problemática na primeira pessoa. Foi a primeira pessoa que tinha ouvido falar assim. Ainda hoje acho irreal!

Uns dias mais tarde, tive o gosto de o conhecer pessoalmente no TEDxOporto. E não me esquecerei da sua intervenção, da melhor intervenção, porque a melhor intervenção será sempre aquela que mais se identifica comigo. Foram poucas as palavras mas cheias de relevo e pertinência. Inquietado com a fraca ligação entre as pessoas, nomeadamente nos intervalos do evento, este senhor pede para as pessoas se levantarem, olharem para as pessoas ao seu lado e abraçarem-se, dizendo ao ouvido "Gosto muito de ti!". Claro que este é um momento simbólico, dado que são gestos a mais para pessoas que muito provavelmente nunca se tinham cruzado, mas é o padrão necessário para quebrar rotinas e rasgarmos zonas de conforto. E muito provavelmente percebermos que as zonas de conforto são uma verdadeira treta! No final desse dia, e inesperadamente, ainda recebi um exemplar do seu livro que tem como título "Nunca te Distraias da Vida".

Desde esse dia comecei a consumir tudo sobre este senhor. Vi os seus programas na TVI 24 e vi a sua entrevista no programa Alta Definição há cerca de uma semana. Entre muitas outras coisas retive um desejo seu. O seu objectivo actual era atingir o dia 31 de Dezembro de 2015. Depois logo se veria, conforme ele dizia.

Este senhor chama-se Manuel Forjaz e hoje fui assaltado com o seu falecimento. Perdeu-se o corpo mas ficou a alma. A alma está bem viva naqueles que o sentiram. O legado será grande mas essa será a sua presença viva. E assim será!

"Poderei morrer da doença, mas a doença não me matará"
Manuel Forjaz

Imagem: http://apipocamaisdoce.sapo.pt/2014/01/28-minutos-e-7-segundos-de-vida.html
Música: Journey - Don't Stop Believing


sábado, 5 de abril de 2014

Razão Vs. Naturalidade

Acordo de manhã com uma chamada de um Call-Center. "Bom dia, o meu nome é X e venho falar em nome da Empresa Y, no intuito de Z e queria perguntar-lhe se é um momento oportuno para me ouvir." Isto tudo num ritmo tão alucinante como mecanizado. Questiono-me se me estão a ligar ou se é brincadeira de Voice-Mail.

Cansado de ofertas manhosas em vozes de máquina de escrever, vou almoçar a um restaurante. Peço o que pretendo comer e eis que surge a pergunta da praxe: "E para beber?" Respondo: água. E quase ainda antes de ter respondido já me estão a perguntar: "Fresca, natural, com ou sem gás?". A meio da refeição sou interrompido mil e uma vezes para me perguntarem se está tudo bem. O problema não é o interesse, é a forma. A questão é feita de forma tão excessivamente respeitosa que me faz sentir o último terrorista à face da Terra.

Saio à noite. O espectáculo já tinha começado. Peço desculpa ao entrar porque sinto-me a interromper a uma sessão de missa em vez de uma noite de loucura musical. Tudo sentado nas suas cadeiras, num silêncio inquietante interrompido pela música que parece não acordar. Só faltavam as mãos ao alto e alguém no palco proferir um "Oremos, irmãos!". Alguém levanta-se da cadeira e começa a dançar. "Mas o que é isto?", pensam os outros. Mais tarde, alguém se levanta e acompanha a dança. A certa altura, outro, outro e mais outro deixam as suas cadeiras e desfilam boa disposição. Acaba-se a noite como se de um concerto dos One Direction se tratasse.

E este é o exemplo de que é possível acabar com a racionalidade dos operadores de Call-Center, de soltar os empregados de mesa, de libertar o corpo e a mente ao som da música e de naturalizar muitas outras actividades que vivem sob o excesso de padrões rígidos e formatados que apenas cansam e oprimem.

Libertem-se, sejam felizes!

Música: Klingande - Jubel


domingo, 9 de março de 2014

TEDxOporto2014: genialidade!


Estreei-me ontem nos eventos TEDx e fiquei rendido. Tudo o que possa misturar pessoas, partilhas, reflexões e empreendedorismo são motivo da minha atenção. Foi mais um motivo de reflexão sobre hábitos alimentares através da Talk da Francisca, da descoberta de excelentes comunicadores como foi o caso do Professor José Soares, da partilha de experiências no limite de guerra feitas pelo jornalista Henrique Cymerman, da génese do Postcrossing pela Ana Campos, da identificação no gosto pela comida com o Rodrigo Meneses, do jornalismo "freelancer" da Vanessa Rodrigues (lembrei-me do jornalismo blogosférico), da utopia que faz sonhar e emociona nas palavras do Dr. Pinto e o seu trabalho com os sem-abrigo do Porto e a oportunidade do desemprego da Sónia Fernandes para criar as conferências do fracasso. Na apresentação, o Nilton mostrou a sua capacidade de improvisão humorística e deixou-me ainda mais fã.

No entanto, o momento alto do dia e já esperado, foi a mensagem de Manuel Forjaz. Simples e directo, mostrou o seu desagrado no fraquíssimo Networking (troca de experiências e contactos) nos intervalos do evento. Concordei por inteiro, afinal também já o tinha sentido e contra mim falo que também me acomodei perante um grupo de pessoas bastante reservadas e fechadas em si próprias. O facto de existirem vários estreantes pode ter contribuído. Julgo que a abertura e a partilha ao próximo é uma construção feita em conjunto e que deve ser feita sem receios, como foi dado o abraço fácil e acompanhado por um "gosto muito de ti" aos companheiros de assistência, sugerido pelo Manuel Forjaz. E como diz o Manuel, o abraço deve ser dado de frente e com os dois braços, em vez dos tímidos abraços de lado que se vêem por aí.

Para além da genialidade, a maior mensagem é esta mesmo. Livrem-se de preconceitos e encontrem-se a vocês e aos outros. Abracem-se. Gostem-se.E sejamos felizes. Isto também é empreendedorismo e genialidade!

sexta-feira, 7 de março de 2014

Brisa da Música: Aquela Canção




Aquela Canção

É tarde e a cidade parece dormir 
E eu quero ficar acordado 

Perguntas-me o porquê de me estar a rir 
Tenho o segredo mais bem guardo 

E no abraço apertado 
Cantamos aquela canção 

Entre a pressa e o desejo 
Secreta paixão 
Rodamos entre 4 paredes 

Com a força de um beijo 
Tiras-me o chão Corpo seco, que mata a sede 

E ri-mos como crianças 
Talvez já nem haja amanhã 

Como a força do mar num porto qualquer 
És a calma de um rio nessa pele de mulher 
Como chama que arde e se apaga a seguir 
És passado, és presente 
És futuro que há-de vir 
Como o ar que me falta e se aperta no peito 
És a palavra certa no poema perfeito 
Como brisa que vem numa tarde de Verão 
És a voz no silêncio… 

És aquela canção… 2x

Agir para Reflectir, Reflectir para Agir: Casal Ideal


“Acho que o perfil de um casal ideal deve passar por encaixar personalidades. E rir muito!”

Rita Andrade, Men's Health

segunda-feira, 3 de março de 2014

Trinta!



O primeiro choro. O fofinho sob água benta. O menino das sardinhas no rosto. O Tom Sawyer. O menino do bibe. O filho. O traquinas. O mini-jogador da bola. O mini-ciclista. O bom aluno. O alto. O palhacinho. O sério. A luz. O amigo. O eterno apaixonado. O escritor. A voz de rádio. O festivaleiro. O bom ouvinte. O conselheiro. O enfermeiro. O musicólico. O espalha-brasas. O sensitivo. O viajante. O bom garfo. O sussurro da madrugada. O folião. O cozinheiro. O Natal da fraternidade e reflexão. O Carnaval das noites de intensidade máxima. Os parabéns numa pessoa. Trinta!

"This is the rhythm of the night, 
The night, Oh yeah, 
The rhythm of the night, 
This is the rhythm of my life, 
My life, 
Oh yeah, 
The rhythm of my life" 

Música: Bastille - Of The Night

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

A Tua!

A vida de certas pessoas assemelha-se a uma reprodução de fotos artísticas em movimento!

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Braços da Minha Mãe

És o modelo que procuro. A enfermeira de cabeceira. A mãe generosa. A avó babada. A mulher. És o beijo que te dou e que finges que não queres. És o sorriso dos meus beijos. O teu sorriso maravilhoso. Os teus olhos com o brilho das lágrimas. Os braços que tens sempre para mim. Os anos que passam e que te rejuvenescem. Deixas-me assim tanto de ti. Amo-te muito. Parabéns mamã!

Música: Pedro Abrunhosa e Berg - Para os Braços da Minha Mãe

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

A leitora, a pintora e a poetisa!

A leitora é a personagem da indiferença ou da diferença controlada. Lança a sua saudação, ou passa ao lado, e move-se em caminhos paralelos de dois corações distintos. Há mais leitores que livros, mais que muitos!

A pintora surge após leitura cuidada. Tem as cores do arco-íris e une-se tanto no sol como na chuva. As suas telas chamam-se identidade e dizem que é para sempre. Por vezes é marcada por uma intensidade excessiva de cor, mas será um sol efémero sobre a água.

A poetisa é a pintora das pintoras. Pinta imagens sob o signo dos versos do coração, rima como a magia natural de dois versos que se cruzam e encanta para além do essencial. Por vezes quebra-se em estrofes, mas nos textos mais desejados revela-se em sonetos intermináveis. É a missão das missões!

Não sei se és a leitora, a pintora ou a poetisa, mas uma certeza invade-me e grita pela descoberta. O tempo e a vontade serão determinantes de uma equação ainda por resolver. Haverá rima?´

Música: Emeli Sandé: Read All About It